|
Escrito por Administrator
|
|
Sáb, 27 de Agosto de 2011 21:00 |
|
Quase todas as religiões têm lugares sagrados e objetos vistos como talismãs; muitas pessoas acreditam que podem receber riqueza, fertilidade, ou cura apenas visitando esses lugares ou tocando alguma relíquia. Ao longo do tempo, as pessoas tendem a se esquecer do deus cultuado, lembrando-se somente do poder imaginário do lugar ou talismã.
O povo de Deus não está imune a essa situação. Algumas de nossas igrejas,por exemplo, promovem excursões para a “Terra Santa”. Desde que nos lembremos de focalizar o poder de Deus manifestado ao homem e não o simples fato de estar nos lugares em que Jesus esteve, isso não é uma coisa ruim.
O templo em Jerusalém era o lugar sagrado para os antigos hebreus. Para eles, esse era o lugar de habitação de Deus.Os judeus praticantes tentavam estar nesse templo nos principais dias santos. Em Mateus 24, os discípulos até mesmo associaram a destruição do templo com o “fim do mundo”.
Imagine o choque que os judeus devotos sentiram quando o templo foi destruído, em 70 d.C. Para eles, aconteceu muito mais do que apenas uma destruição. Pareceu-lhes que Deus Se havia retirado dali, que não mais estavam protegidos. Muitos questionaram até mesmo se Ele ainda estava no controle de tudo.
O que isso significa para os cristãos atuais? Que lugares santos nós temos? Que ídolos temos colocado no lugar de Deus? Nesta semana, exploraremos esses e outros assuntos sobre culto, considerando a adoração praticada no período entre o exílio israelita e a reconstruçãodo templo em Jerusalém.
Mãos à Bíblia
1. Leia Ezequiel 8. O que estava acontecendo no templo sagrado, instituído pelo Senhor? Como os líderes espirituais e o povo poderiam ter caído em tal apostasia? Que lições podemos aprender desse episódio? 2. Leia cuidadosamente Ezequiel 8:12. Que tipo de lógica e raciocínio os anciãos estavam usando para justificar suas ações? O que poderia tê-los levado a essas falsas conclusões? Aquelas pessoas devem ter se afastado tanto do Senhor a ponto de acreditar que Ele não as via ou que não Se importava com suas práticas. Precisamos ser cuidadosos, pois o pecado pode endurecer nosso coração e envenenar nossa mente, levando-nos a justificar até as práticas mais horríveis. Paula Graham – Salem, EUA
Para ter esse artigo impresso acesse www.cpb.com.br
Artigos Relacionados: |
Comentários
para :lucas
Feed RSS para comentários deste texto