|
Jesus revestiu Sua divindade com a humanidade. Ele colocou de lado Sua glória e majestade. Por nossa causa Ele Se tornou pobre para que, através de Sua pobreza, nos tornássemos ricos.1 Ele morreu para que pudéssemos viver. Ele sofreu por nós para que pudéssemos um dia viver sem dor.
“A morte por cruz era algo tão horrendo que nos meios latinos a palavra crucio passou a designar todo tipo de sofrimento em geral. Segundo dados históricos, havia quatro tipos de cruzes: a comissa (em forma de T), a decussata (em forma de X), a grega (em forma de É) e a timissa (em forma de †). Como se pode ver, a última delas se refere àquela cruz que conhecemos tradicionalmente nos diversos quadros e pinturas da cristandade. Sua escolha se deu primeiramente devido a vários detalhes apresentados nos Evangelhos canônicos. Primeiramente vemos que somente ela e a cruz grega permitiam a colocação de qualquer placa acima da cabeça do condenado, como a Bíblia diz que ocorreu com Jesus (Mt 27: 37). Dentre estas duas, porém, somente a timissa por ser exageradamente mais alta [4,80 metros], condiz com as demais características esboçadas nos Evangelhos. Segundo o que lemos em João 19:29, 34, a cruz de Cristo não podia ser baixa, caso contrário, os soldados não precisariam de um caniço para alcançar Sua boca nem de uma lança para Lhe perfurar o lado... O condenado ficava nu e assentado com as nádegas apoiadas sobre um banquinho (sedicula)... Com os braços suspendidos em forma de V, a vítima tinha de se erguer sobre as pernas para poder respirar melhor. Isso provocava um sofrimento terrível, mas não necessariamente mortal. O crucificado poderia ficar dias agonizando sobre o madeiro. Por isso Pilatos admirou-se de que Jesus já houvesse morrido (Mc 15:44).”2
Enquanto morria na cruz, o coração de Jesus estava oprimido pela angústia e ferido pela tristeza. A causa de Seu sofrimento não era o medo da morte, mas o peso esmagador do pecado de um mundo cruel que O separou do amor de Seu Pai. Tudo isso O levou à morte prematura, mais rápida do que o normal. Somente o Filho imaculado de Deus poderia ser nosso substituto. 1. Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 1, p. 680; adaptado. 2. Rodrigo P. Silva, A arqueologia e Jesus, 2007, p. 260, 264.
Mãos à Bíblia
Nos quatro Evangelhos, vemos Cristo Se esforçando para preparar os discípulos para Sua morte iminente. No entanto, sua devoção ao Mestre e sua esperança de um Messias político, os impediram de compreender o que Jesus estava lhes dizendo. 8. Como Jesus descreveu Sua morte iminente? O que estava errado com o pedido de Tiago e João? Qual foi a resposta incisiva de Jesus? Mc 10:32-45 Na noite anterior à Sua morte, Jesus celebrou a ceia da Páscoa com Seus discípulos. Então, Ele deu instruções de que esse evento deveria ser celebrado até que Ele voltasse.
Pense nisto
1. O que a morte do Filho de Deus significa para você? 2. Como você vai levar esta mensagem de redenção aos outros? João Brito e Estela Pinto – São José do Rio Preto, Brasil
Para ter esse artigo impresso, acesse o site www.cpb.com.br Comentário com Leandro quadros.
Artigos Relacionados: |